segunda-feira, 3 de junho de 2013

quarta-feira, 11 de julho de 2012

II Congresso ANDA

São Paulo, 4 de julho de 2012.


A organização do II Congresso da Associação dos Pesquisadores em Dança superou as minhas expectativas. O congresso aconteceu nos dia 04, 05 e 06 de Julho, sob o tema Teorias do CorpoDança: Ensino, pesquisa e Cena. Nesse evento, apresentei parte do meu projeto de mestrado em construção. A oportunidade de rever professores e pesquisadores, ouvir o outro, contribuir teoricamente, ser ouvido e questionado, e não menos importante, ampliar a rede de relacionamentos, é sempre uma experiência enriquecedora. Crescendo em quantidade de associados a cada evento, a ANDA é um dos pilares políticos e institucionais que tem caminhado para fazer da Dança, uma área de conhecimento autônomo. E vamos pesquisar!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fé e Tecnologia

Nas gerações passadas, a imagem e o projeto que se fazia da “Marca da Besta”, descrita no livro Bíblico de Apocalipse (Apoc. 13:15-18), assemelhava-se a um carimbo próprio para pele, um adesivo aprova d’água, ou para os mais modernos, uma espécie de código de barra tatuado na pele. Com a pele carimbada, seria possível fazer compras, ser identificado, sair às ruas sem qualquer perigo e sobreviver ao caos. Essa percepção de outrora da “Marca da Besta”, pode ser visualizada na famosa quadrilogia cinematográfica “O ladrão da noite”, que fez sucesso entre os protestantes no final da década de 1970. É no filme “A imagem da besta” (1979), onde os adesivos, códigos e tatuagens aparecem como condição imagética, do projeto da “Marca da Besta”. Mas, como um carimbo seria capaz de revelar a condição cultural, social e moral do cidadão? Seria como uma espécie de selo indicativo? Ah, sim, aí depois mostrar-se-ia a identidade, não? Mesmo que esdrúxulo imaginar a eficácia de um carimbo, nossos antepassados não abriram mão de crer nas escrituras e guardaram a lei e a graça em vossos corações.  

Então, é aqui que queremos chegar. O século XX viu nascer as irrepreensíveis novas tecnologias. Preferimos chamar de novas, pois a tecnologia sempre fez parte da vida do ser humano. No entanto, um tipo de tecnologia muito específica inaugura a cultura cyber, melhor dizer, a cibercultura: estamos falando da informática. Segundo a professora Lucia Santaella (2007), estamos vivendo a quinta geração de tecnologias comunicacionais, chamada: “Tecnologia da geração contínua”. Século XXI, e a sociedade contemporânea passa por transfigurações importantes com o advento das novas tecnologias de comunicação e informação. Estamos vivenciando profundas modificações nos espaços urbanos e redefinindo, num movimento crescente, as relações sociais. Por assim dizer, o projeto da “Marca da Besta” dessa geração, está longe de uma tatuagem, ou carimbo de pele. Quem sabe algumas pessoas, cogitaram a imagem do cartão de credito como um “cartão 666”. Mas com tanta tecnologia, o projeto para a “Marca da besta” está mais palpável do que antes. Chip, microchip, sensores, softwares avançados etc. Chegamos as principais questões que motivaram a escrita desse debate: A tecnologia representa uma ameaça a fé cristã? Como usar a tecnologia a favor da fé? 


Cunhados no embasamento bíblico e distantes da escrita tecnofóbica, pretendemos construir um debate apontando justamente para o uso das novas tecnologias, como ferramentas disponíveis para o trabalho. Não se trata de sermos contra ou a favor, o discurso dualista só reduz a possibilidade de analisarmos ambas posições em diferentes situações. Preferimos complexificar para avançar. Finalmente, o tema do nosso debate é “Fé e tecnologia”. Esses dois termos que vinheram militando durante um tempo, finalmente pretendem ser unidos, na busca de um diálogo emergente.   

A cibercultura não é um fenômeno meramente técnico, mas sobretudo social. É o resultado das convergências das novas tecnologias com a informática. Segundo o professor André Lemos (2000), a cibercultura é uma nova configuração técnica da cultura contemporânea. Tracemos então um breve panorama sobre o desenvolvimento da técnica.

A história da humanidade sempre foi permeada pela questão da técnica. Vejamos a formação da tecnicidade humana. Segundo o livro bíblico de Gêneses (Cap. 4:2), os filhos de Adão, Caim e Abel foram lavrador de terra e pastor de ovelhas, respectivamente. Pergunta-se: Qual é o instrumento necessário para lavrar a terra? Ou quais são os cuidados necessários diante de um rebanho de ovelhas? Alguns pré-historiadores relatam (apud LEMOS, 2000), que o processo de formação do homem vem junto com o processo de manipulação dos primeiros instrumentos, da formação de um pensamento simbólico e da utilização das linguagens. Ou seja, a formação do homem é tributária da formação da técnica (Leroi-Gourhan, 1964).O que vivemos hoje, nada mais é do que a radicalização desses processos.

O que nos interessa é a genuína atenção aos supostos projetos da “Marca da Besta”. Partimos de uma perspectiva social para continuarmos garantindo a integridade da fé cristã, assim como os nossos antepassados. Porém, não seremos néscios ao tratar a tecnologia com preconceitos, como se não usufruísse-mos da sua eficácia todos os dias. No contrário, ignoremos os carros, os liquidificadores, os secadores do cabelo, os produtos estéticos, a eletricidade, e claro, a internet. A ideia é mostrar que o que existe, hoje, não é um determinismo tecnológico e sim uma “evolução cultural cumulativa” (artefatos, objetos ou até mesmo convenções culturais, como a língua e os rituais religiosos, acumulam modificações ocasionadas por diferentes indivíduos no transcurso do tempo, a esse fenômeno denominamos evolução cultural cumulativa), que se organiza num novo ambiente social. Sem dúvida alguma, a  “Marca da Besta” já está sendo desenvolvida. E ao estudarmos, estaremos construindo um conhecimento específico para doutrinarmos na fé cristã.
Me ajude a construir esse debate!

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Workshop

  


Foi muito gratificante participar da Segunda Oficina de Palhaços organizada pela Trupe da Alegria. Para essa ocasião ministramos dois Workshops: Processos Criativos e Jogos Teatrais. A primeira oficina procurou despertar a necessidade do instinto investigativo para o trabalho autoral da construção da personagem, bem como provocar o sensório e o emotivo. Já a segunda oficina, teve como arcabouço teórico a teatróloga Viola Spolin (1906-1994), que desenvolveu um método de treinamento do teatro para criança através dos jogos e expandiu essa corrente para jovens e adultos.  O evento que aconteceu entre os dias 18 a 20 de Maio de 2012, valorizou o trabalho do palhaço, capacitando os participantes através de uma metodologia teoricopratica. Até 2013!

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SEMEAR


A convite da Íntegra Realizações, A CIA de Arte Acenos e Ministério de Artes Lírio dos Vales realizou a Abertura do Semear, evento realizado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, no dia 26 de Novembro de 2011. Além disso, a CIA de Arte, coordenada pela professora Isa, participou de performances durante todo o evento.  

Em breve postarei fotos!

sábado, 1 de outubro de 2011

Coletivo artístico: videoarte

Software: Adobe Premiere CS4
 25 à 27 de Setembro de 2011.
Composição: viodeoarte (coletivo artístico)

SALADEARTE cine VIVO

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Turnê na Bahia: Peça " 3 Ferramentas"

Um enredo envolvente; Uma interpretação vibrante; O corpo do trabalho é recheado de dança, música e poéticas da interpretação; Uma virada teatral dramática... Turnê na Bahia; Não perca a primeira temporada na Bahia da peça "3 Ferramentas", do mesmo diretor do "Jardim do Inimigo": Cia Palco Del Arte.

12 e 13/out em Santo Antonio de Jesus BA.